Tag Archive: Sonho Lúcido


Insistência Dentro do Túmulo

Após meses sem nenhuma experiencia mais relevante, na madrugada do dia 3 de outubro de 2010 tive um sonho com certa lucidez, onde me encontrava em um cemitério e procurava por um túmulo em especifico, sabia que tinha mais uma pessoa comigo porém não conseguia vê-la, em determinado momento que achei o túmulo que procurava me deparei com a sua entrada aberta pela parte frontal, e pude perceber que lá dentro se encontrava uma senhora (ou em espírito ou desdobrada) falando que queria morrer de toda maneira e já ia ficar ali dentro esperando o momento.Tentei falar para ela que não era daquela maneira, que ela tinha que viver, sair dali e viver a vida normalmente, mas ela queria ficar lá dentro deitada esperando.

Então comecei a fazer doação de energias para ela, através de meus chakras pude sentir algo fluindo em sua direção. Ela ficou perto de mim nesse momento e parecia começar a mudar a mentalidade. Mas a todo momento se mostrava com atitudes nem um pouco comuns em pessoas idosas, atitudes mais extrovertidas com gestos. Mesmo ela dando risadas eu mantive a postura séria, sem brincadeiras juntamente com os demais que estavam comigo. Tive a nítida impressão que tinha mais pessoas comigo a todo momento, mesmo sem vê-las. Após isso não consigo mais lembrar o que ocorreu no sonho.

Anúncios

Esta semana tive uma experiência semi consciente onde encontrei novamente a minha falecida vó.
Ela me contou que tentava falar com a gente, mas parecia que a gente não a via, que ela estava invisível, mas naquele momento eu podia vê-la.

Lembro-me de explicar para ela que não podemos nos ver em determinados momentos porque estamos em faixas vibratórias diferentes.

No físico ou no astral, encarnado ou não, vejo que nosso aprendizado continua.

Infelizmente não lembro de muitos detalhes desta experiência, mas achei interessante.

Na madrugada de 09 (dia das mães) para 10/05/2010, tive uma experiência semi-consciente com minha falecida avó, onde vi minha tia mais nova deitada num sofá, com a cabeça no colo da minha avó.

Ao ver a cena, espantei-me e disse:  olha tia! você está deitada com a cabeça no cólo da vó!

Ela levantou-se para ver e falou: “olha! é mesmo!”

Logo após fui e abracei minha vó, dizendo que estava com saudade. Ela começou a chorar e eu também não resisti e chorei um pouco.

Após isso eu estava contando para ela algumas coisas sobre projeção astral.

Foi realmente uma pena eu não estar tão consciente, pois eu achava que estava acordado. Só fui realmente me tocar ao acordar.

Agora vem uma parte muito interessante. Contei a experiência para a minha tia que se emocionou e falou que sempre se imagina deitada com a cabeça no cólo da minha vó, pois sente muita saudade disso.

Eu não sabia desse fato e realmente senti neste momento uma comprovação de que a experiência com minha avó aconteceu de verdade.

Na madrugada do dia 11/04/10 tive um sonho lúcido interessante, podendo mais tarde ser comprovado na realidade física. Antes de dormir senti uma leve dor de garganta, talvez o começo de um resfriado ou gripe.

Durante a noite eu estava em um auditório, e lá na frente uma mulher aparentemente ”psicografava” uma mensagem para alguns dos ouvintes, haviam várias pessoas lá, um homem desceu lá de cima e começou a indicar algumas pessoas para as quais aquela mensagem seria destinada, ele indicou umas 5 ou 6 pessoas e eu estava entre elas.

Ficamos esperando a tal mensagem, porém quando a mulher terminou de escrever e virou a folha para que pudéssemos ver, havia um desenho na folha, uma circunferência com o desenho de um corpo humano de braços abertos ao centro, com  várias indicações de diferentes cores pelo corpo, talvez nas mesmas posições dos chakras, mas não tenho certeza.

Então ela começou a falar que as nossas doenças se manifestam primeiramente no corpo astral e depois aparecem em nosso corpo físico, mostrando pelo desenho. Depois disso ela falou de mais coisas que não consigo lembrar.

Por algum motivo naquele final de semana eu baixei a minha ”imunidade”, pois na manhã seguinte a dor de garganta evoluiu para uma forte gripe, que só foi melhorar 1 semana depois. Nos tornamos vulneráveis a esse tipo de manifestação por determinados tipos de pensamentos e atitudes.

Voando nas Árvores

Nesta madrugada, 04/04/2010, tive uma experiência consciente bastante interessante. Lembro-me do momento emq eu tomei maior consciência. Estava voando perto da casa onde morava. Aproveitei para testar uma técnica para aumentar a velocidade de voo (usando minha energia, lançando-a para trás de mim, como um meio de propulsão).

Sei que quando a velocidade aumenta é comum perdermos a cosnciência, então foquei nisso e me concentrei dizendo a mim mesmo que era uma questão de percepção. Nisso consegui me manter consciente e, vendo umas árvores, resolvi voar por entre os galhos e folhas da copa.

Lembro ter ouvido certa vez que as árvores eram ótimas renovadoras de energia e que era muito bom passar por elas, então foi o que fiz. Logo que cheguei num árvore, fiquei voando por entre os galhos de sua copa, tocando as folhas.

Senti uma vibração bem forte na minha nuca. Percebi, em forma de imagem, como uma TV chuviscando, com luzes brancas. Vibrava bastante e era bem agradável a sensação que aquele momento me fazia sentir.

Fui para outra árvore e o mesmo aconteceu. Sentia-me vibrando. Logo senti meu corpo físico se arrepiando totalmente sem parar. Foi então que senti uma forte coceira nas pernas, o que me fez voltar ao corpo. Voltei e me cocei, pois estava muito forte. Adorei a experiência.

Foi a primeira vez que tive esse tipo de contato com as árvores.

Moisés Esagui é um projetor experiente que ostenta uma instituição sem fins lucrativos de conscienciologia onde ministra cursos e palestras e mantém o site Centro de Estudos da Consciência.

Eis o relato que enviei a ele:

Tive uma experiência com você esses dias. Eu estava voando, pairando no ar, você ia dar uma palestra. Te vi saindo de um carro, voei até você e te dei um abraço sem nem encostar os pés no chão. Depois entrei no lugar que ia ter a sua palestra.

Detalhe que eu entrei na sala voando e atravessando a parede, estava cheio, as pessoas ficaram me olhando, aí pousei no chão como que quem estivesse caindo. Logo após fui conversar com você, só estavamos nós em um ambiente aberto com grama.

Você tocou no meu chakra cardíaco e o fez abrir e eu disse “meu Deus” enquanto sentia ele se expandir.

Você disse “Você verá uma pessoa que está pensando em você neste momento”, e uma “fumaça” se formou ao seu lado e ao centro foi se formando uma imagem de uma pessoa em um lugar. Era minha mãe! “Mamãe” eu disse emocionado. Depois eu não me recordo mais.

Visitando Minha Avó

Final de semana passado, 06/02/2010, tive uma experiência interessante onde me vi num novo encontro com minha falecida avó.

Eu me senti bastante consciente. Estávamos na casa que ela morava. Ela disse que ia bastantes vezes lá.

Senti que lagumas pessoas tinham ajudado na minha consciência e que aquele encontro tinha sido planejado.

luz

Gostei da ajuda que tinha recebido e, ao perguntar para minha avó sobre essa ajuda, tive o entendimento instantâneo que eram 4 pessoas/espíritos que estavam com ela e tinham me ajudado a estar consciente naquele encontro. Pedi que me ajudassem mais vezes em outras oportunidades.

Abracei minha avó e me senti feliz, expressando minha saudade e sentimentos bons causados encontro.

Pulando da Janela

Na manhã de 22/01/2010, entre 7:10 e 7:50, tive uma experiência consciente. Estava perto de onde trabalho. Tomei consciência e resolvi voar, pois adoro a sensção e fazia um tempo que não a sentia.

Estava em um andar médio de um prédio, voei atravessando um vidro, sem quebrar, para o prédio onde trabalho, entrando pela janela. Havia umas pessoas “trabalhando” e resolvi brincar. Comecei a gritar: “olhem, olhem, olhem!”. Algumas pessoas pareciam estar concentradas e eu estava tomando-lhes “tempo” e um sentimento de culpa por estar “atrapalhando” me tomou por uns instantes. Achei interessante, até me senti mal, mas consegui continuar.

gvt

Saí correndo pela sala  e saltei pela janela. Senti as pessoas se espantando e correndo pra janela pra olhar.

Não saí voando logo de cara. Eu caí na vertical (e pensando “nossa, é isso que um suicida vê “). Quando estava chegando perto do chão, abri os braços e me inclinando na horizontal voei, pousando pouco depois.

Parei uns instantes para ler algo que estava escrito em uma tela de computador. Parecia estar escrito coisas sobre o windows, mas eu não conseguia entender, pois as palavras não faziam sentido. Pareciam estar em outra língua. Esforcei-me um tempo, mas não conseguia entender. Olhava letra por letra, lia alto as palavras, mas sem entender. Nem cheguei a decorar algum termo.

Após um tempo acordei.

Achei interessante o sentimento que as pessoas me passaram, de culpa por atrapalhar e preocupação por eu pular da janela.

Na noite de 09/01/10, estive numa experiência interessante em que me encontrava em um lucal semelhante a um colégio que estudei, com meu atual chefe. Eu estava bastante consciente e estava fazendo diversos comentários para ele sobre estar consciente. Minhas pernas estavam coçando, entãoeu coçava e expliquei pra ele que isso acontecia comigo e eu acordava, mas agora eu conseguia coçar alí mesmo sem acordar, daí passava. Falei para ele que estava tão consciente como se estivesse acordado.
Olhei para um mural e tinha umas folhas presas com tachinhas. Peguei uma e enfiei a ponta na minha mão esquerda. Começou a doer, mas eu forcei mais um pouco, depois tirei. Ficou doendo, mas não saiu sangue. Eu sabia que não estava no físico e fiquei um pouco frustrado por estar sentindo dor. Mas vou tentar novamente em outras oportunidades.

tachinha

Em outra experiência nesta mesma noite, estava com um grupo de amigos. Não me lembro de todos. Estávamos conversando sobre assuntos espirituais e eu estava explicando diversas coisas pra eles. Lembro de alguém me perguntando sobre como ocorria a materialização de espíritos. Expliquei que poderia ocorrer com o uso de prana, ou ectoplasma. Disse que médiuns poderiam produzir essa substância e a utilizavam para fazer materializações parciais de espíritos, e às vezes materializações totais. Disse que era o caso da Madre Teresa de Caucutá, conforme li na internet. Expliquei ainda que o prana era uma substância material que os cientistas tinham analisado e dito que tinha como base o amido (isso é verdade?).

Deixei minha lista de atividades um pouco de lado esta noite, pois estava sempre ocupado com alguma outra coisa que me parecia interessante no momento. Não tive oportunidade para parar e pensar no que fazer.

Semana passada, não me recordo o dia, tive uma experiência semi-consciente com telecinese.

Estava sem consciência em um jogo que nunca joguei, bem semelhante a tênis, mas era bem “caseiro”, só por diversão, sem rede e com uma bola de borracha, daquelas que pulam bastante, sabem? Então tomei um pouco de consciência e passei a desviar a trajetória  da bolinha. Nisso não estávamos mais naquele jogo. Só jogávamos a bola.

bola
Então joguei a bola em direção de uma pessoa que participava da brincadeira e desviei a bola no ar, fazendo-a acertar nas partes baixas da pessoa (ahhahaha…).

Fiquei desviando a bolinha mais algumas vezes em outras direções. Daí, com a telecinese também, fiquei fazendo a bolinha quicar no chão. Nisso tinha outra bolinha e passei a controlar as duas, quicando no chão. Achei interessante a idéia de controlar dois objetos ao mesmo tempo e encarava como algo de dificuldade maior.

Foi interessante ter percepções diferentes.

Quebrando Garfos

Na noite do dia 26/12/2009, consegui em uma experiência consciente fazer algo que havia combinado com uns amigos: quebrar um garfo.

garfo

Sabem aqueles truques de mágica (nem sempre truques?) que a pessoa segura um garfo com a ponta dos dedos e ele se entorta e até quebra?

Falei para uns amigos que iria fazer isso num sonho consciente e que seria bem fácil. Me perguntaram se eu iria me lembrar. Lembrei-me facilmente. Recordo claramente de estar consciente e parar par me perguntar: o que eu ia fazer mesmo? ah sim! quebrar o garfo!

Voltei-me para o chão e lá estava um garfo! (fato natural já: encontrar no chão algo que estou procurando). Peguei o garfo e  facilmente ele se dobrou em meus dedos, mas não se rompeu. Tive que puxar, então consegui. Fiz novamente com um outro garfo e este se rompeu.

garfo torto

Em uma nova oportunidade quero entortar uma colher somente segurando-a pelo cabo. Parace ser bastante simples também.

Entendo que este tipo de manipulação é interessante e importante para experimentar/testar o controle sobre objetos e plasmagem.

Creio estar no caminho para descobrir o que são realmente minhas experiências e em que ambiente elas ocorrem.

Novas Experiências

Esta noite,18/12/2009, tive novamente diversas experiências.

1. Lembro-me de estar por diversas vezes consciente, algumas horas mais, outras menos.

Uma das vezes estava com uns 8 amigos no 5º andar de um prédio, em frente ao elevador. Entendi que era um ambiente empresarial. Tomei consciência e falei: não basta vocês trabalharem quando estão acordados? Quando era pra descansar vocês vem pra uma empresa? Eu vou fazer vocês acordarem!

Elevadores

Abri bem a janela e fui pegando as pessoas uma a uma e jogando pela janela. Pensei: é alto, eles não vão voar, com certeza vão acordar.
Joguei uns quatro pra baixo. Não sei se acordaram, mas eu não vi mais eles.

2. Por diversas vezes estive voando. Algumas vezes tive dificuldades, mas no geral foi tranquilo. Lembro-me de pegar uma menininha e leva-la para voar. Ela achou o máximo! Eu a carregava em meus braços. Aparentemente ela me pediu pra não subir muito alto.

Outras vezes eu voava tranquilamente, aproveitando bastante a sensação, pensando: como isso é bom!

3. Estava numa praia, consciente, com um amigo meu. Perguntava pra ele se ele se lembraria depois dessa experiência. Parece-me que ele disse que sim.

grao de areia

Fiquei parado um instante olhando a areia e pensei: será que eu consigo ver os detalhes das coisas assim como vejo quando acordado? Então me abaixei e peguei um pouco de areia, que estava molhada. Lembro de ter visto os detalhes dos grãos da mesma forma como no físico.

Agora eu não me lembro de como era, assim como não lembraria se tivesse feito isso no físico, mas na hora eu sei que vi os grãos, vi com detalhes. O tempo me fez esquecer de como era exatamente.

4. Não me lembro em que momento foi, mas eu estava caminhando e senti que iria acordar. Minhas pernas estavam coçando na experiência. Relutei para continuar lá e pela primeira vez consegui! Mesmo sentindo uma coceira nas pernas consegui continuar na experiência e lá mesmo fiquei feliz, achando isso muito bom. Segui por mais um tempo.

……………….

Não lembro da ordem correta que aconteceram todas essas experiências, mas acho que isso não importa tanto.

……………….

É isso +- que me lembro dessa noite. Pra mim foi muito proveitosa, pois fiz algumas coisas que nunca tinha conseguido.

Essa noite, madrugada de 15/12/2009, foi bastante bacana pra mim!

Estava num local semelhante a um colégio que estudei do pré à 4ª série. Estava desempenhando minhas “atividades oníricas” como de costume, sem muita consciência, quando em dado momento tomei mais ciência e saí voando por lá. Estava muito bom, dia lindo, sol, muito agradável.

Então decidi pousar para tomar mais consciência e repetia para mim mesmo “fica consciente, fica consciente” primeiro falando mesmo e em seguida lembrei que não precisava, então busquei somente pensar nas palavras. Assim consegui um nível de consciência muito próximo ao do físico.

Resolvi, então, fazer algo que eu disse pra minha namorada que faria em alguma experiência. Estávamos assistinho o seriado Heroes e apareceu um personagem, Sylar, que possui telecinese.

Sylar

Ele estava sentado numa mesa de um restaurante e, para pegar uma xícara que estava um pouco afastada, ele usou a telecinese, fazendo a xícara deslizar até a sua mão. Lembrando disso, “achei” uma xícara jogada no chão e uma mesa branca daquelas de plástico.

Coloquei a mesa de pé, posicionei a xícara e usei meus poderes de telecinese (risos), fazendo algo bem semelhante ao seriado. Fiz umas duas vezes, depois joguei a xícara no chão para que quebrasse. Após isso tentei um objeto maior e tive que me concentrar mais, mas consegui fazer ele vir até a minha mão.

caneca branca

Após um tempinho senti uma coceira na coxa direita, mas ainda não tinha acordado. Então fiz uma coisa um tanto incomum pra mim (creio que pra vocês tbm). Cocei a minha perna ainda sem acordar e ao mesmo tempo cocei da mesma forma no físico. Então logo acordei.

Dormi novamente e retornei ao mesmo lugar (coisa muito rara pra mim tbm).

Estava consciente, voando, desta vez. Tinha uma quadra poliespertiva e resolvi brincar.

basquetePousei logo abaixo da cesta de basquete e saí voando, passando por dentro dela, subi e fui “me encestar” na cesta do outro lado. Fui meio na diagonal, mas consegui passar até a cintura sem problemas e senti minhas pernas atravessando a cesta, já que não conseguiria passar sem bater.

Após isso não me lembro, mas acho que acordei.

Tive algumas outras experiências, mas foram sem consciência e um tanto fantasiosas.

Tudo foi muito agradável e renovador. Alguém mais brinca de telecinesia?

Os Sonhos Lúcidos

sonho lúcido

O que é exatamente um Sonho Lúcido?

Já tive muitos, mas não sei dizer exatamente o que é, nem explicar porque ele ocorre.

Basicamente um Sonho Lúcido (ou consciente) é um sonho no qual você tem senso crítico, pára pra pensar, sabe que está sonhando e pode acordar quando quiser (ótimo tudo isso. É libertador!) e ainda controla seus atos e até os acontecimentos do ambiente (parte difícil).

Já ouvi falar que seria um estado onde se está quase acordado, mas os sonhos continuam acontecendo.

Será? Se fosse só isso, então, caso eu tivesse uma noite cheia de sonhos conscientes, acordaria cansado, como se não tivesse dormindo, certo?

Pois vou contar por experiência própria: duas vezes tive noites com muitos sonhos lúcidos. Praticamente não “dormi”, pois passei grande parte do tempo sabendo que eu estava sonhando e ainda me insaguei: “será que vou acordar descansado?”. Acordei Maravilhosamente bem e descansado. Alguém me explica?

Quando dormimos, ficamos “livres” do corpo, ou seja, nossa consciência passa a se manifestar de outras formas, em outros lugares; não importa onde ela se manifesta, não importa como, ela simplesmente “É” e se manifesta como tal.

Às vezes, nesse processo tomamos lucidez, mas não sabemos onde exatamente estamos. Nossa consciência é livre, pode criar/fazer o que quiser, dentro de uma única limitação: ela mesma, ou seja, nós.

Projeção Astral! Vou fazer um novo tópico sobre esse assunto. Mas, pra quem já sabe o que é, qual a diferença/relação de um SL com uma Projeção? Não sei! Quero descobrir! Nos sonhos nós criamos, na projeção vivemos algo real. Será? Em que devemos acreditar? E por que acreditar se podemos viver isso? O que são todas essas palavras perante a vivência? Nada! Então não acredite em mim, viva! Quero saber, quero viver isso. Quem sabe um dia contar pra quem está aqui lendo?

A caminhada continua…

Voando e Criando Pássaros

Um dos assuntos que quero abordar aqui são meus diversos sonhos lúcidos. Vou buscar relata-los aqui a partir de hoje.

Voando e Criando Pássaros

Madrugada de 25/03/2009.

Estava num sonho normal, em uma casa fugindo de algo. Fiquei consciente e saí voando, já deixando de lado o ambriente “perseguição” e vivendo um momento mais de paz. Eu levava a minha carteira e uma chave nas mãos e falei comigo mesmo: “estou sonhando e se eu jogar minha carteira fora, não fará diferença, pois essa aqui é de mentira”. Então a joguei fora e a vi se tranformando em algo parecido com folhas secas. Então peguei umas folhas secas (ou sementes voadoras, não sei ao certo) e as joguei e percebi que elas se tornavam pássaros (iguais ao da foto)!

semente

passaro marrom

Senti que aquilo tudo era criação minha e quis brincar. Voei e peguei mais folhas e joguei uma devegar. Vi ela caindo e se transformando num pássaro marrom que saiu voando. Fiquei encantado com a cena e por ter dado certo, do jeito que imaginei que seria.

Logo acordei. Sensação muito boa!