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Esta semana tive uma experiência semi consciente onde encontrei novamente a minha falecida vó.
Ela me contou que tentava falar com a gente, mas parecia que a gente não a via, que ela estava invisível, mas naquele momento eu podia vê-la.

Lembro-me de explicar para ela que não podemos nos ver em determinados momentos porque estamos em faixas vibratórias diferentes.

No físico ou no astral, encarnado ou não, vejo que nosso aprendizado continua.

Infelizmente não lembro de muitos detalhes desta experiência, mas achei interessante.

Na madrugada de 09 (dia das mães) para 10/05/2010, tive uma experiência semi-consciente com minha falecida avó, onde vi minha tia mais nova deitada num sofá, com a cabeça no colo da minha avó.

Ao ver a cena, espantei-me e disse:  olha tia! você está deitada com a cabeça no cólo da vó!

Ela levantou-se para ver e falou: “olha! é mesmo!”

Logo após fui e abracei minha vó, dizendo que estava com saudade. Ela começou a chorar e eu também não resisti e chorei um pouco.

Após isso eu estava contando para ela algumas coisas sobre projeção astral.

Foi realmente uma pena eu não estar tão consciente, pois eu achava que estava acordado. Só fui realmente me tocar ao acordar.

Agora vem uma parte muito interessante. Contei a experiência para a minha tia que se emocionou e falou que sempre se imagina deitada com a cabeça no cólo da minha vó, pois sente muita saudade disso.

Eu não sabia desse fato e realmente senti neste momento uma comprovação de que a experiência com minha avó aconteceu de verdade.

Na madrugada do dia 11/04/10 tive um sonho lúcido interessante, podendo mais tarde ser comprovado na realidade física. Antes de dormir senti uma leve dor de garganta, talvez o começo de um resfriado ou gripe.

Durante a noite eu estava em um auditório, e lá na frente uma mulher aparentemente ”psicografava” uma mensagem para alguns dos ouvintes, haviam várias pessoas lá, um homem desceu lá de cima e começou a indicar algumas pessoas para as quais aquela mensagem seria destinada, ele indicou umas 5 ou 6 pessoas e eu estava entre elas.

Ficamos esperando a tal mensagem, porém quando a mulher terminou de escrever e virou a folha para que pudéssemos ver, havia um desenho na folha, uma circunferência com o desenho de um corpo humano de braços abertos ao centro, com  várias indicações de diferentes cores pelo corpo, talvez nas mesmas posições dos chakras, mas não tenho certeza.

Então ela começou a falar que as nossas doenças se manifestam primeiramente no corpo astral e depois aparecem em nosso corpo físico, mostrando pelo desenho. Depois disso ela falou de mais coisas que não consigo lembrar.

Por algum motivo naquele final de semana eu baixei a minha ”imunidade”, pois na manhã seguinte a dor de garganta evoluiu para uma forte gripe, que só foi melhorar 1 semana depois. Nos tornamos vulneráveis a esse tipo de manifestação por determinados tipos de pensamentos e atitudes.

Voando nas Árvores

Nesta madrugada, 04/04/2010, tive uma experiência consciente bastante interessante. Lembro-me do momento emq eu tomei maior consciência. Estava voando perto da casa onde morava. Aproveitei para testar uma técnica para aumentar a velocidade de voo (usando minha energia, lançando-a para trás de mim, como um meio de propulsão).

Sei que quando a velocidade aumenta é comum perdermos a cosnciência, então foquei nisso e me concentrei dizendo a mim mesmo que era uma questão de percepção. Nisso consegui me manter consciente e, vendo umas árvores, resolvi voar por entre os galhos e folhas da copa.

Lembro ter ouvido certa vez que as árvores eram ótimas renovadoras de energia e que era muito bom passar por elas, então foi o que fiz. Logo que cheguei num árvore, fiquei voando por entre os galhos de sua copa, tocando as folhas.

Senti uma vibração bem forte na minha nuca. Percebi, em forma de imagem, como uma TV chuviscando, com luzes brancas. Vibrava bastante e era bem agradável a sensação que aquele momento me fazia sentir.

Fui para outra árvore e o mesmo aconteceu. Sentia-me vibrando. Logo senti meu corpo físico se arrepiando totalmente sem parar. Foi então que senti uma forte coceira nas pernas, o que me fez voltar ao corpo. Voltei e me cocei, pois estava muito forte. Adorei a experiência.

Foi a primeira vez que tive esse tipo de contato com as árvores.

Moisés Esagui é um projetor experiente que ostenta uma instituição sem fins lucrativos de conscienciologia onde ministra cursos e palestras e mantém o site Centro de Estudos da Consciência.

Eis o relato que enviei a ele:

Tive uma experiência com você esses dias. Eu estava voando, pairando no ar, você ia dar uma palestra. Te vi saindo de um carro, voei até você e te dei um abraço sem nem encostar os pés no chão. Depois entrei no lugar que ia ter a sua palestra.

Detalhe que eu entrei na sala voando e atravessando a parede, estava cheio, as pessoas ficaram me olhando, aí pousei no chão como que quem estivesse caindo. Logo após fui conversar com você, só estavamos nós em um ambiente aberto com grama.

Você tocou no meu chakra cardíaco e o fez abrir e eu disse “meu Deus” enquanto sentia ele se expandir.

Você disse “Você verá uma pessoa que está pensando em você neste momento”, e uma “fumaça” se formou ao seu lado e ao centro foi se formando uma imagem de uma pessoa em um lugar. Era minha mãe! “Mamãe” eu disse emocionado. Depois eu não me recordo mais.

Projeção com Labrador

Em meados de 2007, certa noite quando estava quase amanhecendo em torno de 5 horas da manhã tomei consciência de que estava deitado com o corpo muito relaxado e fiquei imóvel com um nível um pouco maior de lucidez induzindo um estado vibracional em meu corpo, fiquei sentindo-o por alguns segundos sem tentar sair do corpo, foi nesse instante que escutei barulhos no taco de madeira do meu quarto, parecia ser aquele barulho típico que a unha de cachorro faz quando ele está andando pela casa.

Ouvi aquilo mas não dei muita importância, continuei praticando o E.V. até que consegui sair do corpo por completo porém fiquei com uma lucidez um pouco menor nesse momento.

Levantei ao lado da cama e fui imediatamente em direção ao corredor, para sair do quarto e nisso eu vi que tinha um cachorro deitado no pé da minha cama, aí eu voltei para vê-lo com mais atenção e percebi que se tratava de um labrador, estava aparentemente dormindo. Nisso eu perdi a consciência e acabei voltando para o físico.

Visitando Minha Avó

Final de semana passado, 06/02/2010, tive uma experiência interessante onde me vi num novo encontro com minha falecida avó.

Eu me senti bastante consciente. Estávamos na casa que ela morava. Ela disse que ia bastantes vezes lá.

Senti que lagumas pessoas tinham ajudado na minha consciência e que aquele encontro tinha sido planejado.

luz

Gostei da ajuda que tinha recebido e, ao perguntar para minha avó sobre essa ajuda, tive o entendimento instantâneo que eram 4 pessoas/espíritos que estavam com ela e tinham me ajudado a estar consciente naquele encontro. Pedi que me ajudassem mais vezes em outras oportunidades.

Abracei minha avó e me senti feliz, expressando minha saudade e sentimentos bons causados encontro.

Pulando da Janela

Na manhã de 22/01/2010, entre 7:10 e 7:50, tive uma experiência consciente. Estava perto de onde trabalho. Tomei consciência e resolvi voar, pois adoro a sensção e fazia um tempo que não a sentia.

Estava em um andar médio de um prédio, voei atravessando um vidro, sem quebrar, para o prédio onde trabalho, entrando pela janela. Havia umas pessoas “trabalhando” e resolvi brincar. Comecei a gritar: “olhem, olhem, olhem!”. Algumas pessoas pareciam estar concentradas e eu estava tomando-lhes “tempo” e um sentimento de culpa por estar “atrapalhando” me tomou por uns instantes. Achei interessante, até me senti mal, mas consegui continuar.

gvt

Saí correndo pela sala  e saltei pela janela. Senti as pessoas se espantando e correndo pra janela pra olhar.

Não saí voando logo de cara. Eu caí na vertical (e pensando “nossa, é isso que um suicida vê “). Quando estava chegando perto do chão, abri os braços e me inclinando na horizontal voei, pousando pouco depois.

Parei uns instantes para ler algo que estava escrito em uma tela de computador. Parecia estar escrito coisas sobre o windows, mas eu não conseguia entender, pois as palavras não faziam sentido. Pareciam estar em outra língua. Esforcei-me um tempo, mas não conseguia entender. Olhava letra por letra, lia alto as palavras, mas sem entender. Nem cheguei a decorar algum termo.

Após um tempo acordei.

Achei interessante o sentimento que as pessoas me passaram, de culpa por atrapalhar e preocupação por eu pular da janela.

Na noite de 09/01/10, estive numa experiência interessante em que me encontrava em um lucal semelhante a um colégio que estudei, com meu atual chefe. Eu estava bastante consciente e estava fazendo diversos comentários para ele sobre estar consciente. Minhas pernas estavam coçando, entãoeu coçava e expliquei pra ele que isso acontecia comigo e eu acordava, mas agora eu conseguia coçar alí mesmo sem acordar, daí passava. Falei para ele que estava tão consciente como se estivesse acordado.
Olhei para um mural e tinha umas folhas presas com tachinhas. Peguei uma e enfiei a ponta na minha mão esquerda. Começou a doer, mas eu forcei mais um pouco, depois tirei. Ficou doendo, mas não saiu sangue. Eu sabia que não estava no físico e fiquei um pouco frustrado por estar sentindo dor. Mas vou tentar novamente em outras oportunidades.

tachinha

Em outra experiência nesta mesma noite, estava com um grupo de amigos. Não me lembro de todos. Estávamos conversando sobre assuntos espirituais e eu estava explicando diversas coisas pra eles. Lembro de alguém me perguntando sobre como ocorria a materialização de espíritos. Expliquei que poderia ocorrer com o uso de prana, ou ectoplasma. Disse que médiuns poderiam produzir essa substância e a utilizavam para fazer materializações parciais de espíritos, e às vezes materializações totais. Disse que era o caso da Madre Teresa de Caucutá, conforme li na internet. Expliquei ainda que o prana era uma substância material que os cientistas tinham analisado e dito que tinha como base o amido (isso é verdade?).

Deixei minha lista de atividades um pouco de lado esta noite, pois estava sempre ocupado com alguma outra coisa que me parecia interessante no momento. Não tive oportunidade para parar e pensar no que fazer.