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Esta noite tive uma experiência consciente com bastante telecinesia. Eu movia alguns objetos e atirava umas pedrinhas com o uso de telecinese utilizando o movimento das mãos.

Fiz uma vassoura se mover, girar no ar e varrer o chão. Primeiro com o movimento das mãos para direcionar a vassoura, depois lembrei-me que alguém comentou que era possível utilizar a telecinese somente com o força de vontade, sem nenhum movimento, então abaixei as mãos e me concentrei para mover a vassoura som usar as mãos como guia, e eu consigui. Ela se mexeu segundo a minha vontade, sem muitos esforços, varreu o chão.

Foi a vez em que foi mais fácil empregar a telecinese numa experiência.

É incrível o nosso nível de liberdade e facilidade para realizar estas tarefas quando não estamos presos ao corpo físico.

Estes dias tive uma experiência consciente onde voava, dava cambalhotas, atravessava algumas coisas… Sentia-me muito bem e feliz com isso e, por estar consciente, podia aproveitar mais e lembrar posteriormente.

O interessante foi que em um dado momento em que voava, minha perna esquerda começou a coçar e, ao invés de acordar, eu cocei lá na experiência mesmo e sabia que também estava coçando no corpo físico, pois isso já aconteceu antes. Esta foi a terceira vez que mexi meu corpo físico sem acordar.

Seria possível algum tipo de sonambulismo consciente? Mover o corpo sem acordar? Até onde eu conseguiria controlar o corpo físico ainda estando em alguma experiência consciente?

Imagino que seja possível evoluir neste ponto. Mas qual seria o limite?

Neste feriado, estava na Ilha do Mel – PR e tive uma experiência consciente, apesar de estar dormindo am um lugar estranho ao meu cotidiano.

Estava numa esquina, vendo uma lanchonete em Curitiba que conheço e frequentei diversas vezes. Como estava consciente, parei para analisar. Olhei alguns detalhes e me chamou atenção o número da lanchonete na parede. Era 4990. Pensei: será mesmo este número?

Após, olhei novamente e tinha mudado para 4690. Passei a olhar os nomes das ruas que eu estava. Eu sabia que rua era, Mal. Floriano Peixoto. Olhei na placa, mas não tinha este nome. Olhei para outras placas e olhei novamente para onde deveria ser a Mal. Floriano e o nome havia mudado novamente.

A partir daí foi uma festa. Os nomes não paravam de mudar a cada vez que eu olhava. Pensei comigo: não há condições de dar credibilidade a este tipo de referência tão mutável e ainda errada.

Olhei no físico e o número do estabelecimento era 2005. Estava mais ou menos onde era na minha experiência.

Após uns instantes acordei.

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