Archive for janeiro, 2011


Noite passada tive uma experiência consciente em que eu estava num ambiente externo, de frente para uma espécie de lago e queria voar.

Vi minha noiva e fui até ela voando. Pousei perto. Não me lembro se conversei com ela. Mas quis voar sobre o que parecia um lago.

Voei e tudo estava muito bom! A sensação era a de sempre: maravilhosa. Eu comumente penso: nossa, como é bom poder fazer isso. Pena que só da pra fazer aqui, pois no físico não tem como.

Parei no ar e olhei para trás, querendo voltar pois minha noiva tinha ficado lá e queria pegar ela pra voar também. No momento em que estava voltando, fiquei com receio de não conseguir dar tempo de chegar lá, pois isso acontece várias vezes, de eu não conseguir fazer algo antes de acordar.

Pensei: que Deus me ajude a chegar lá! Nisso sentia minhas pernas coçando no físico, mas me mantive forte na ideia de não voltar. E consegui! Pousei, mas não vi minha noiva. Vi um menino de uns 12 anos mais ou menos. Ele estava numa cadeira de rodas e aparentava ser deficiente mental. Estendi minha mão para ele, falando: vem, você não precisa ficar assim aqui (ficar como deficiente no plano astral).

Ele veio comigo para voarmos e já manifestou melhoras na aparência e desenvoltura, conseguindo andar e senti que ele queria voar comigo.

Corri com ele até a borda do lago e pulamos! Ele não conseguiu voar, mas eu o puxei comigo e fiz ele voar também. Senti ele feliz e eu também estava. Ele já não manifestava mais aquele fenótipo de deficiente mental e físico/motor.

Um tempo depois acordei.

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Um Bebê Falante

Esta noite tive uma experiência com pouca consciência (em outras experiências com voo nesta noite eu tive mais consciência), mas um fato me chamou atenção.

Eu vi um bebê andando na rua e atravessando-a. Achei aquilo bem perigoso e corri atrás para pegá-lo.
Quando o peguei, ele pareceu mais jovem, com bem poucos meses. De cólo mesmo.

Fui levando-o devolta aos pais que se descuidaram. Nisso ouvi ele dizer algo. Não lembro exatamente o que era, mas me lembra de sua última frase: “Eu vim para mudar a sociedade”. Não me lembro dele movendo os lábios para falar.

Nisso eu me emocionei, sentindo uma afetividade grande e disse pra ele: eu também vim para mudar a sociedade. O que vivemos aqui é uma merda. Roubos, assassinatos… isso é uma vergonha. Não é uma merda? Percebi que ele concordou.

Não lembro do que houve depois disso.