Archive for setembro, 2010


Futebol Air

Noite passada tive um experiência semi-consciente na qual estava participando de uma partida de futebol de areia com algumas pessoas que não sei quem são. O detalhe é que eu estava pairando no ar. Ninguém achava estranho ou se importava.

Achei interessante controlar meus movimentos no ar, parando e mudando de direção.
Em um certo momento, pousei e quis voar novamente, mas, quando se está no chão é mais difícil voar. Tomei impulso e dei um salto. Assim pude voltar a ficar no ar.

Após isso não me recordo o que houve.

A Primeira Projeção Concreta

Faz um bom tempo até que tive uma experiência que posso realmente chamar de Projeção Astral, dadas as condições que se apresentou. Vou deixar o relato aqui para vocês.

Eu estava em um sonho totalmente lúcido e, parando para pensar de maneira crítica, resolvi tentar uma projeção astral a partir dalí. Imaginei-me saindo do corpo físico e me pondo de pé na frente da minha cama. Juntamente com meu pensamento, o fato realmente aconteceu. Senti-me saindo do corpo, que se encontrava deitado, e estava flutuando em frente à minha cama.

Apesar de estar bem escuro, eu podia ver tudo como se estivesse à meia luz.

Não sentia que eu tinha peso. Não respirava. Não sentia o ar. Eu estava flutuando no ar, totalmente livre de imposições da matéria.

Meus movimentos eram totalmente coordenamos pela mente, segundo minha vontade. Podia me mover semq ue qualquer barreira pudesse atrapalhar. Quis ir até o quarto dos meus pais e, num movimento quase instantâneo e sem inércia alguma, atravessei a parede e parei no quarto deles. Olhei muito rapidamente para os corpos deitados.

Fui da mesma maneira para a sala. Olhei rapidamente e, quando saí para a parte de fora da casa, voltei para o corpo.

Depois vou postar a minha segunda Projeção Concreta.

Esta noite tive uma experiência consciente com bastante telecinesia. Eu movia alguns objetos e atirava umas pedrinhas com o uso de telecinese utilizando o movimento das mãos.

Fiz uma vassoura se mover, girar no ar e varrer o chão. Primeiro com o movimento das mãos para direcionar a vassoura, depois lembrei-me que alguém comentou que era possível utilizar a telecinese somente com o força de vontade, sem nenhum movimento, então abaixei as mãos e me concentrei para mover a vassoura som usar as mãos como guia, e eu consigui. Ela se mexeu segundo a minha vontade, sem muitos esforços, varreu o chão.

Foi a vez em que foi mais fácil empregar a telecinese numa experiência.

É incrível o nosso nível de liberdade e facilidade para realizar estas tarefas quando não estamos presos ao corpo físico.

Estes dias tive uma experiência consciente onde voava, dava cambalhotas, atravessava algumas coisas… Sentia-me muito bem e feliz com isso e, por estar consciente, podia aproveitar mais e lembrar posteriormente.

O interessante foi que em um dado momento em que voava, minha perna esquerda começou a coçar e, ao invés de acordar, eu cocei lá na experiência mesmo e sabia que também estava coçando no corpo físico, pois isso já aconteceu antes. Esta foi a terceira vez que mexi meu corpo físico sem acordar.

Seria possível algum tipo de sonambulismo consciente? Mover o corpo sem acordar? Até onde eu conseguiria controlar o corpo físico ainda estando em alguma experiência consciente?

Imagino que seja possível evoluir neste ponto. Mas qual seria o limite?

Neste feriado, estava na Ilha do Mel – PR e tive uma experiência consciente, apesar de estar dormindo am um lugar estranho ao meu cotidiano.

Estava numa esquina, vendo uma lanchonete em Curitiba que conheço e frequentei diversas vezes. Como estava consciente, parei para analisar. Olhei alguns detalhes e me chamou atenção o número da lanchonete na parede. Era 4990. Pensei: será mesmo este número?

Após, olhei novamente e tinha mudado para 4690. Passei a olhar os nomes das ruas que eu estava. Eu sabia que rua era, Mal. Floriano Peixoto. Olhei na placa, mas não tinha este nome. Olhei para outras placas e olhei novamente para onde deveria ser a Mal. Floriano e o nome havia mudado novamente.

A partir daí foi uma festa. Os nomes não paravam de mudar a cada vez que eu olhava. Pensei comigo: não há condições de dar credibilidade a este tipo de referência tão mutável e ainda errada.

Olhei no físico e o número do estabelecimento era 2005. Estava mais ou menos onde era na minha experiência.

Após uns instantes acordei.

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